Tecnologia como aliada da gestão de resíduos nas grandes cidades
Muitas das grandes cidades de hoje comportam uma quantidade de habitantes maior do que foram projetadas.
Resíduos sólidos são todos os materiais que resultam das atividades humanas e que muitas vezes podem ser aproveitados tanto para reciclagem como para sua reutilização.
A denominação “resíduo sólido” é usada para nominar o “lixo” sólido e semissólido, proveniente das residências, das indústrias, dos hospitais, do comércio, de serviços de limpeza urbana ou da agricultura
Muitas das grandes cidades de hoje comportam uma quantidade de habitantes maior do que foram projetadas.
A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), lança a Norma ABNT NBR 17100-1 – Gerenciamento de Resíduos Parte 1: Requisitos
Nem a instalação de pontos de carga para carros elétricos, nem novas formas de promover os transportes públicos.
Além disso, há um foco especial na proteção do meio ambiente, evitando problemas como a contaminação dos recursos hídricos.
A adoção de práticas de economia circular, como o descarte de resíduos, podem não apenas mitigar esses impactos, mas também
A BRK realizou uma limpeza inédita na Estação Elevatória de Esgoto (EEE) Praça Lions, em Maceió.
Decreto, lançado em Anápolis, está em vigor e institui política de logística reversa.
Números da reciclagem, após a ampliação do recolhimento para 100% da cidade, superam as expectativas.
A alternativa é sustentável para as empresas produtoras de cana-de-açúcar da região mato-grossense.
Levantamento analisa volume e variedade de resíduos em ecopontos e áreas de descarte para direcionar políticas públicas e ações sustentáveis.
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”