Etanol, diesel renovável e captura de carbono: diretrizes e promessas do Brasil para o clima
A meta revisada esta semana quer “empatar” as emissões e retiradas de gases do efeito estufa da atmosfera em 30
Resíduos sólidos são todos os materiais que resultam das atividades humanas e que muitas vezes podem ser aproveitados tanto para reciclagem como para sua reutilização.
A denominação “resíduo sólido” é usada para nominar o “lixo” sólido e semissólido, proveniente das residências, das indústrias, dos hospitais, do comércio, de serviços de limpeza urbana ou da agricultura
A meta revisada esta semana quer “empatar” as emissões e retiradas de gases do efeito estufa da atmosfera em 30
Técnicos da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) estão realizando estudo sobre o potencial de produção de biogás e biometano, em
Relatório inédito do Tribunal de Contas do Estado mostrou a relação dos municípios e o meio ambiente.
Encontro amplia tratativas sobre serviços nas ruas de São Paulo, priorizando uso de material produzido pelo Centro Ecológico de Reciclagem
Por iniciativa do vereador Mané Losila (MDB), a Câmara Municipal de Bauru promoveu, nesta terça-feira (26/10), uma Audiência Pública para
A COP26, realizada em Glasgow, no Reino Unido, a partir de 31 de outubro, será decisiva para o futuro da
Imagem Ilustrativa Mesmo sendo um dos produtos com menor valor no mercado da reciclagem, o papel virou a “menina dos
Assim como todos os grandes geradores, as empresas privadas que geram Resíduos de Serviço de Saúde (RSS), precisam elaborar o
O Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA) e a Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos e
Leilão de energia A-5, realizado em setembro deste ano, marca o nascimento do mercado de energia a partir de WTE.
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”