11 cidades de MG são as únicas do Sudeste que descartam lixo de maneira inadequada
Estudo aponta que municípios continuam destinando resíduos para lixões e aterros sanitários, o que é considerado irregular pelo novo Marco
Resíduos sólidos são todos os materiais que resultam das atividades humanas e que muitas vezes podem ser aproveitados tanto para reciclagem como para sua reutilização.
A denominação “resíduo sólido” é usada para nominar o “lixo” sólido e semissólido, proveniente das residências, das indústrias, dos hospitais, do comércio, de serviços de limpeza urbana ou da agricultura
Estudo aponta que municípios continuam destinando resíduos para lixões e aterros sanitários, o que é considerado irregular pelo novo Marco
Então, em 2010, foi criada a Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei Federal nº 12.305/2010) com o objetivo de estabelecer
Criada a partir da combinação das palavras em inglês jogging (corrida) e plocka upp (apanhar), em sueco, o plogging é
Marca representa uma conquista socioambiental e passo importante para a extinção dos lixões em todas as regiões do estado.
Sacolas de plástico, embalagens de produtos, sandálias de borracha, preservativos e até um carrinho de brinquedo, são parte dos itens
Municípios das regiões metropolitanas tinham até o dia 2 de agosto para se adequar à legislação. Região Nordeste é a
O Projeto de Lei n° 639/21 que institui o “Programa de Descarte de Resíduos de Material Médico-hospitalar”, no Estado de Mato Grosso
Corriqueiramente nos deparamos com síndicos e condomínios interessados em receber pelo descarte do lixo reciclável. Mas…será que isso faz sentido?
A necessidade de controlar o volume de produção de resíduos sólidos produzidos pela população do Brasil e do mundo tende
O Projeto Lei Complementar nº 017/2021, de autoria do Executivo, está em tramitação na Câmara Municipal.
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”