Brasil perde 2,4 bi por ano com a falta de tratamento do seu lixo urbano
Se houvesse investimento no tratamento de resíduos, o Brasil reduziria esses custos localizados principalmente com sua saúde pública, diz Presidente
Resíduos sólidos são todos os materiais que resultam das atividades humanas e que muitas vezes podem ser aproveitados tanto para reciclagem como para sua reutilização.
A denominação “resíduo sólido” é usada para nominar o “lixo” sólido e semissólido, proveniente das residências, das indústrias, dos hospitais, do comércio, de serviços de limpeza urbana ou da agricultura
Se houvesse investimento no tratamento de resíduos, o Brasil reduziria esses custos localizados principalmente com sua saúde pública, diz Presidente
Para o presidente do Nutec, Francisco Magalhães, o novo laboratório dará melhores condições de atendimento à indústria.
Cerca de 96% dos municípios goianos ainda depositam seus lixos a céu aberto. Andrea Vulcanis destaca ainda os malefícios que
De acordo com estimativas da ANP, todos os anos 10 milhões de m³ de óleo lubrificante usado é descartado incorretamente.
Empreendimento, que será instalado na Fazenda Santa Inês, no Bairro Linhares, vai receber cerca de 150 m³ de resíduos, 20%
Instrumento vai mapear potencial de investimento para aproveitamento energético de resíduos.
Primeira norma de referência da ANA para o saneamento dá diretrizes para sustentabilidade financeira dos serviços de manejo de resíduos
A produção de produtos químicos pode ajudar a tornar a reciclagem mais atraente e combater a poluição global de plásticos..
Pela primeira vez na história de leilões para suprimento de energia para o mercado cativo projetos de empreendimentos que efetuam
A engorda da faixa de praia gerou uma profundidade na entrada do mar. O efeito reduziu em 2020, mas pesquisador
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”