Sem coleta seletiva, crescimento de lixo doméstico vira ameaça ecológica na quarentena
A produção de lixo doméstico cresceu, principalmente os recicláveis, devido ao aumento de pedidos de alimentos por aplicativo.
Resíduos sólidos são todos os materiais que resultam das atividades humanas e que muitas vezes podem ser aproveitados tanto para reciclagem como para sua reutilização.
A denominação “resíduo sólido” é usada para nominar o “lixo” sólido e semissólido, proveniente das residências, das indústrias, dos hospitais, do comércio, de serviços de limpeza urbana ou da agricultura
A produção de lixo doméstico cresceu, principalmente os recicláveis, devido ao aumento de pedidos de alimentos por aplicativo.
A reciclagem poderia ganhar ainda mais eficiência, caso a sucata do alumínio fosse desonerada.
A iniciativa internacional foi lançada no fim de 2017, a partir de constatações de que cerca de 80% do lixo
Segundo o IBGE, dá para se ter uma ideia de quantas baterias de chumbo ácido são descartadas ao longo dos
Em primeira instância, foi concedida liminar impondo o limite de altura à pilha de escória e resíduos.
Estudantes do Centro de Ensino Médio 2 do Gama, no Distrito Federal, desenvolveram um plástico biodegradável, feito da casca da
O carbono é um elemento químico fundamental para a produção de diversos produtos, como cosméticos, plásticos e medicamentos.
O piscinão Jaboticabal é um equipamento fundamental para a drenagem urbana do Grande ABC, pois é uma obra com impacto
Em 2020, a CETESB passa a receber a Declaração Anual de Resíduos Sólidos em formato eletrônico de formulário específico disponibilizado
Ainda segundo o diretor adjunto, quando o aterro foi construído, em 2017, não havia preocupação de tratamento de chorume, que
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”