ABC retoma discussão com o Governo do Estado sobre resíduos sólidos
Uma das demandas que motivou a criação do Consórcio Intermunicipal Grande ABC, a destinação dos resíduos sólidos urbanos na região.
Resíduos sólidos são todos os materiais que resultam das atividades humanas e que muitas vezes podem ser aproveitados tanto para reciclagem como para sua reutilização.
A denominação “resíduo sólido” é usada para nominar o “lixo” sólido e semissólido, proveniente das residências, das indústrias, dos hospitais, do comércio, de serviços de limpeza urbana ou da agricultura
Uma das demandas que motivou a criação do Consórcio Intermunicipal Grande ABC, a destinação dos resíduos sólidos urbanos na região.
Coube ao Ministério Público Federal do Amazonas e ao Ministério Público de Contas do Estado retomarem a temática da logística
A primeira termoelétrica que transforma lixo em eletricidade do Brasil poderá ser instalada no Rio de Janeiro.
O novo texto do relator, senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), determina que os lixões sejam extintos até 31 de dezembro de
Política Nacional de Resíduos Sólidos, algumas ideias para chegar ao sucesso.
Audiência pública vai discutir atuação da empresa que soluciona a questão da destinação de resíduos sólidos na cidade e para
A tecnologia para gerenciar resíduos vai permitir maior controle na remoção do lixo, com pesagem, rastreio até o destino e
O Ministério Público Estadual (MPE) instaurou inquérito civil para risco ao meio ambiente que estaria sendo provocado pelo (Corszam).
o risco de grave acidente ambiental decorrente de um possível vazamento de chorume no Centro de Tratamento de Resíduos Sólidos Urbanos
O Ministério do Meio Ambiente (MMA) lançou na manhã desta terça-feira (30), em Curitiba (PR), o Programa Nacional Lixão Zero.
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”