Grupo Energisa compra empresa de tratamento de resíduos e vai construir segunda planta de biometano
O grupo Energisa anunciou a compra de 52% da Lurean, empresa de tratamento de resíduos e comercialização do adubo orgânico
Resíduos sólidos são todos os materiais que resultam das atividades humanas e que muitas vezes podem ser aproveitados tanto para reciclagem como para sua reutilização.
A denominação “resíduo sólido” é usada para nominar o “lixo” sólido e semissólido, proveniente das residências, das indústrias, dos hospitais, do comércio, de serviços de limpeza urbana ou da agricultura
O grupo Energisa anunciou a compra de 52% da Lurean, empresa de tratamento de resíduos e comercialização do adubo orgânico
Os créditos de carbono gerados na unidade são utilizados para neutralizar as emissões do Summit Agenda SP+Verde, evento pré-COP30 que
O governo federal publicou no Diário Oficial da União, da terça-feira (21/10), o decreto que institui o Sistema de Logística
O programa conta com a adesão de 284 municípios, o que representa 96% das cidades catarinenses, beneficiando diretamente mais de
A usina de tratamento de lixo de Fernando de Noronha acumula cerca de 5,5 mil toneladas de resíduos. A informação
O modelo gera energia a partir do calor liberado pela queima controlada do lixo, em um processo que trata os
Um projeto de lei foi encaminhado à Câmara Municipal de Caraguatatuba pela prefeitura da cidade, com o intuito de instituir
O problema é agravado pela persistência de lixões e pela pífia taxa de reciclagem, que em São Paulo não atinge
A secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística, Natália Resende, esteve na terça-feira (23) na Barragem de Pirapora do Bom
Extremoz (RN) recebeu, neste mês, a 6ª edição do Projeto RESET – Do Lixo Eletroeletrônico a Novos Protótipos: Reaproveitamento e
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”