Inaugurada primeira usina do RS que transforma lixo orgânico de aterro em gás natural renovável; saiba como vai funcionar
A unidade, chamada de Biometano Sul, deve criar gás natural renovável equivalente a 12,5 mil botijões de gás ao dia,
Resíduos sólidos são todos os materiais que resultam das atividades humanas e que muitas vezes podem ser aproveitados tanto para reciclagem como para sua reutilização.
A denominação “resíduo sólido” é usada para nominar o “lixo” sólido e semissólido, proveniente das residências, das indústrias, dos hospitais, do comércio, de serviços de limpeza urbana ou da agricultura
A unidade, chamada de Biometano Sul, deve criar gás natural renovável equivalente a 12,5 mil botijões de gás ao dia,
O Simpósio acontece a cada dois anos, desde 2009, e se consolidou como um dos eventos mais relevantes do país
Apesar do crescimento, mercado ainda enfrenta alta mortalidade de iniciativas e dificuldade de gerar contratos assinados.
Segundo Walter, o chorume – tecnicamente chamado de lixiviado – é um dos efluentes mais tóxicos produzidos pela sociedade.
Mas para que isso aconteça, a qualidade na fabricação e na aplicação são primordiais para a eficiência e durabilidade da
O edital foi publicado no Diário Oficial do Estado e as inscrições seguem até o dia 22 de setembro de
O presidente da Associação Brasileira de Energia de Resíduos (ABREN), Yuri Schmitke, apresentou, na sexta-feira (22), o potencial do Paraguai
A NR 1/2021 estabelece os procedimentos relativos ao regime, estrutura e parâmetros de cobrança pelos serviços públicos de manejo de
A operação envolve o pagamento de R$ 1,1 bilhão mais assunção de R$ 800 milhões em dívida, segundo a vendedora,
A CICLUS RIO, empresa que integra a CICLUS AMBIENTAL, parte do Grupo SIMPAR e responsável pela gestão dos resíduos sólidos
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”