Fernando de Noronha terá primeiro laboratório de economia circular do país
Os primeiros passos já foram dados com medidas como um decreto-lei que prevê apenas a entrada de carros elétricos no
Resíduos sólidos são todos os materiais que resultam das atividades humanas e que muitas vezes podem ser aproveitados tanto para reciclagem como para sua reutilização.
A denominação “resíduo sólido” é usada para nominar o “lixo” sólido e semissólido, proveniente das residências, das indústrias, dos hospitais, do comércio, de serviços de limpeza urbana ou da agricultura
Os primeiros passos já foram dados com medidas como um decreto-lei que prevê apenas a entrada de carros elétricos no
Apostando no conceito de economia circular, resíduos da indústria da carne viram novos produtos por meio da reciclagem de plásticos
O deserto do Atacama no Chile abriga um gigantesco lixão clandestino de roupas que se compram, vestem e descartam nos Estados Unidos,
Projetos que garantem a destinação correta de resíduos sólidos e orgânicos, como o”Abrace o Planeta”, rende prêmio ao Shopping Jaraguá.
Conhecidas como termelétricas movidas a lixo, as Unidades de Recuperação Energética (URE) podem ajudar o Brasil a cumprir a meta
A população pode participar com contribuições e manifestações. O documento ficará disponível no site do PERS até o dia 14
Imagem ilustrativa Em parceria com a Jive, a gestora de distressed assets, a Orizon pagou R$ 840 milhões pelos ativos,
Imagem ilustrativa Os municípios do Amazonas têm dois anos para acabar com os vergonhosos lixões. Eles são um problema ambiental,
Mato Grosso do Sul oficializou nesta quarta-feira (3) a meta de neutralizar a emissão dos gases causadores do efeito estufa
Os cerca de 3 mil lixões que ainda existem no Brasil lançam cerca de 27 milhões de toneladas de CO2
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”