Aumenta a demanda por biocombustíveis no mundo
Em diversos países, inclusive no Brasil, o biogás e o biometano estão se firmando cada vez mais como uma das
Resíduos sólidos são todos os materiais que resultam das atividades humanas e que muitas vezes podem ser aproveitados tanto para reciclagem como para sua reutilização.
A denominação “resíduo sólido” é usada para nominar o “lixo” sólido e semissólido, proveniente das residências, das indústrias, dos hospitais, do comércio, de serviços de limpeza urbana ou da agricultura
Em diversos países, inclusive no Brasil, o biogás e o biometano estão se firmando cada vez mais como uma das
O Projeto de Lei 1893/21 determina que os recursos federais para limpeza urbana e resíduos sólidos serão destinados, prioritariamente, aos
Desde janeiro deste ano, o aeroporto passou a destinar seus resíduos não recicláveis para uma Usina de Valorização de Resíduos
Portaria publicada permite parceria com empresas e auxilia no reparo sustentável de estradas vicinais, gerando economia aos cofres públicos.
Com as tecnologias certas, o Reino Unido poderia recuperar matérias-primas críticas no valor de £ 13 milhões por ano.
As mudanças climáticas trarão inevitavelmente, consequências dramáticas em todos os aspectos de nossas vidas.
Com investimentos em todos os níveis, seria possível transformar resíduo em solução social e econômica.
A cidade de São Paulo gera, anualmente, mais de 5 mil toneladas de resíduos sólidos que são, quase inteiramente, despejados
Projeto entre entidade e município tem como objetivo assegurar a destinação final ambientalmente correta de 100 % dos produtos eletroeletrônicos
Pela lei, todos os municípios brasileiros tinham até o dia 15 deste mês para instituir a taxa de resíduos sólidos.
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”