Montanha de lixo eletrônico não para de crescer no mundo
Um americano gera, em média, mais de 19 kg de lixo eletrônico por ano.
Resíduos sólidos são todos os materiais que resultam das atividades humanas e que muitas vezes podem ser aproveitados tanto para reciclagem como para sua reutilização.
A denominação “resíduo sólido” é usada para nominar o “lixo” sólido e semissólido, proveniente das residências, das indústrias, dos hospitais, do comércio, de serviços de limpeza urbana ou da agricultura
Um americano gera, em média, mais de 19 kg de lixo eletrônico por ano.
A consolidação de dados permitirá, pela primeira vez, a geração do Inventário Nacional de Resíduos Sólidos.
Entidades do setor de resíduos sólidos vão recorrer ao Governo Federal pedindo o veto do artigo 20 do novo Marco
Muita espuma no espelho d’água, lixo acumulado e até uma ponte encoberta formaram o cenário do Rio Tietê na cidade
Eles também convergiram quanto ao valor da busca de alternativas e tecnologias de tratamento de resíduos.
Com a reciclagem de pilhas e aparelhos eletroeletrônicos sem mais utilidade para a população, o chamado lixo eletrônico, não é
O novo aterro vai atender Campo Grande, Bandeirantes, São Gabriel do Oeste, Jaraguari, Rio Negro, Corguinho, Dois Irmãos do Buriti
A diretora-presidente da (Cetesb), Patrícia Iglecias, participou da abertura da transmissão online ao vivo com o tema “Iniciativas em Resíduos Sólidos
Em período de pandemia da Covid-19, o manejo de resíduos sólidos exige ainda mais atenção já que são possíveis transmissores
De acordo com a análise, em maio acentuou ainda mais a redução da destinação dos resíduos, se comparado com fevereiro,
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”