MPTO orienta municípios da Bacia do Araguaia quanto ao manejo de resíduos sólidos durante a crise do coronavírus
Recomendações para servidores públicos, trabalhadores da limpeza urbana e catadores de resíduos sólidos dos respectivos municípios.
Resíduos sólidos são todos os materiais que resultam das atividades humanas e que muitas vezes podem ser aproveitados tanto para reciclagem como para sua reutilização.
A denominação “resíduo sólido” é usada para nominar o “lixo” sólido e semissólido, proveniente das residências, das indústrias, dos hospitais, do comércio, de serviços de limpeza urbana ou da agricultura
Recomendações para servidores públicos, trabalhadores da limpeza urbana e catadores de resíduos sólidos dos respectivos municípios.
O aterro tem capacidade para receber mil toneladas de lixo/dia e vai ter atuação regional. A área onde está instalado
De acordo com a nota técnica Panorama do Biogás no Brasil de 2019, o Paraná é o terceiro estado que
O Programa Lixão Zero, lançado em 2019 pelo Ministério do Meio Ambiente, completou 1 ano no dia 30 de abril.
No entanto, quando pensamos nisso, acabamos deixando de lado uma questão que também é muito importante: os resíduos de plásticos.
Mesmo as cidades que têm empresas públicas encarregadas pela limpeza urbana podem ter o serviço afetado pela crise.
O Governo de Santa Catarina investirá R$ 1,2 milhão no Programa Estadual de Controle e Monitoramento de Resíduos de Agrotóxicos.
Em um hospital, a média de lixo hospitalar gerada por cada leito é de cerca de meio quilo por dia.
Implantação e ampliação do sistema de tratamento de efluentes (chorume), reforma das instalações prediais no aterro.
A quantidade de resíduos domiciliares gerados em grande parte das capitais brasileiras reduziu em percentuais que variaram de 10% a
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”