MME estuda inclusão de resíduos sólidos urbanos em leilão de capacidade
Os leilões de capacidade foram criados pela MP 998 para criar uma alternativa de contratação de energia.
Resíduos sólidos são todos os materiais que resultam das atividades humanas e que muitas vezes podem ser aproveitados tanto para reciclagem como para sua reutilização.
A denominação “resíduo sólido” é usada para nominar o “lixo” sólido e semissólido, proveniente das residências, das indústrias, dos hospitais, do comércio, de serviços de limpeza urbana ou da agricultura
Os leilões de capacidade foram criados pela MP 998 para criar uma alternativa de contratação de energia.
De acordo com a Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam), o tempo para autorização de novos empreendimentos caiu de 379
O Fundo Estadual do Meio Ambiente (FEMA) do Paraná, que é utilizado para ações de recuperação e proteção ambiental em
De acordo com o aviso de licitação, a empresa contratada fará a gestão dos sistemas de coleta de resíduos sólidos
As embalagens de poliestireno expandido, mais conhecido como isopor, estão proibidas em padarias, lanchonetes, delivery e empresas similares de Sorocaba
É consenso no mercado de energia que o hidrogênio terá papel estratégico para a descarbonização da matriz energética global.
O principal objetivo trata do enfrentamento às desigualdades e às mudanças climáticas, utilizando a “Plataforma Cidades Sustentáveis”.
Investimentos na ordem de R$ 7 bilhões permitirão ao setor acrescentar 2,3 mil MW novos à matriz elétrica até 2026.
Fones de ouvido, pilhas, celulares, eletrodomésticos. Todos esses utensílios, quando deixam de funcionar e não são mais aproveitados, viram lixo
A logística reversa segue a Lei nº 12.305/2010, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS).
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”