Empresa do ramo petroquímico aposta em motobombas a diesel para drenagem de fluído abrasivo
A solução escolhida para atender a demanda foi a locação de motobombas a diesel ITU-44S10, da Itubombas.
Resíduos sólidos são todos os materiais que resultam das atividades humanas e que muitas vezes podem ser aproveitados tanto para reciclagem como para sua reutilização.
A denominação “resíduo sólido” é usada para nominar o “lixo” sólido e semissólido, proveniente das residências, das indústrias, dos hospitais, do comércio, de serviços de limpeza urbana ou da agricultura
A solução escolhida para atender a demanda foi a locação de motobombas a diesel ITU-44S10, da Itubombas.
Técnica criada por pesquisador da USP faz a zeína (proteína do milho) ser obtida de forma mais eficiente, possibilitando que
Conheça as etapas de identificação e as tecnologias mais usadas em áreas contaminadas.
Maior estação de tratamento de esgoto do Paraná poderá aproveitar parte do lodo para geração de gás biometano.
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Segundo Luana de Oliveira e Silva, o Programa Nacional Lixão Zero investirá pouco mais de R$ 12 milhões nesses municípios.
O lodo gerado é destinado à uma empresa que realiza a compostagem, fechando o ciclo sustentável desse insumo que seria
Um grupo de pesquisadores do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) está realizando um projeto para encontrar soluções técnicas de gerenciamento
Por um longo tempo, ele foi uma solução. Leve, resistente e moldável, mas, quando mal utilizado, o plástico causa prejuízos
Cerca de 515 toneladas de lixo foram recolhidos pela Sanepar no litoral do Paraná durante a atual temporada de verão.
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”