Antidepressivos e analgésicos são encontrados em crustáceos no Ártico
Estudo faz parte do projeto “PharmArctic”, que investiga os impactos de toxinas nos ecossistemas árticos e a relação com atividades
Resíduos sólidos são todos os materiais que resultam das atividades humanas e que muitas vezes podem ser aproveitados tanto para reciclagem como para sua reutilização.
A denominação “resíduo sólido” é usada para nominar o “lixo” sólido e semissólido, proveniente das residências, das indústrias, dos hospitais, do comércio, de serviços de limpeza urbana ou da agricultura
Estudo faz parte do projeto “PharmArctic”, que investiga os impactos de toxinas nos ecossistemas árticos e a relação com atividades
A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) está implantando um novo sistema de secagem do lodo gerado na estação de
Iniciativa veio para eliminar os lixões existentes e apoiar os municípios em soluções mais adequadas de destinação final de resíduos
A energia gerada suprirá 60% de toda a energia elétrica consumida em baixa tensão na Companhia, economizando cerca de R$
A empresa mantém um projeto que adota a prática de Repensar, Reduzir, Reciclar e Reutilizar os resíduos que produz em
O presente trabalho teve por objetivo construir modelos matemáticos para a estimativa da geração de RSU em alguns municípios do
Atualmente, 40,5% de todos os resíduos vão para lixões ou aterros controlados, o que vem custando bilhões de reais por
Apesar de ser reajustado anualmente, com o passar dos anos o valor da taxa de lixo ela fica defasada e
Pesquisadores obtiveram resultados promissores ao analisar o padrão de qualidade da água residuária a ser utilizada em irrigação de plantas.
O estudo fez uma triagem de 1.837 animais, todos encontrados mortos na costa brasileira.
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”