Poluição por lixo doméstico na Baía de Guanabara/RJ cresce durante isolamento social, diz Inea
O (Inea) registrou um aumento significativo no recolhimento de lixo flutuante e plantas na Baía de Guanabara durante o período
Resíduos sólidos são todos os materiais que resultam das atividades humanas e que muitas vezes podem ser aproveitados tanto para reciclagem como para sua reutilização.
A denominação “resíduo sólido” é usada para nominar o “lixo” sólido e semissólido, proveniente das residências, das indústrias, dos hospitais, do comércio, de serviços de limpeza urbana ou da agricultura
O (Inea) registrou um aumento significativo no recolhimento de lixo flutuante e plantas na Baía de Guanabara durante o período
Patrícia Iglecias abordou a importância, neste momento, da boa gestão dos resíduos sólidos no território paulista, onde praticamente 100% dos
O descarte inadequado de medicamentos pode causar diversos impactos ambientais, como a contaminação do solo e das fontes de abastecimento
Em janeiro deste ano, a Prefeitura de Niterói apresentou o Plano Municipal de Saneamento Básico em audiência pública na Câmara
Um projeto implantado em Piracicaba (SP) consegue reaproveitar o lodo que sobra do tratamento de esgoto para ser usado como
Segundo o Panorama dos Resíduos Sólidos 2018/2019 da Abrelpe, o Brasil destinou a lixões ou aterros controlados 29,5 milhões de toneladas de resíduos.
Já o aterro sanitário foi projetado, licenciado e construído para disposição final de resíduos não perigosos provenientes de indústrias, comércios
O primeiro impacto na coleta foi a parada do serviço logo no início das medidas de isolamento social.
A Prefeitura de São Luís, por meio do Comitê Gestor de Limpeza Urbana, segue realizando a desinfecção de espaços públicos
De autoria do deputado estadual Dilmar, um projeto de lei já aprovado na Comissão de Meio Ambiente da Assembleia Legislativa
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”