Se privatizar é bom, por que fazer às escuras?
Privatizar empresas como a Copel e Sanepar não é uma resposta à crise econômica, não resolverá o problema de caixa
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Uma informação deveras saliente, inquietante e bizarra me chamou a atenção, talvez consequência dos “tempos modernos”. Os brasileiros têm mais
O mais importante instrumento de gestão de resíduos perigosos no Brasil, o sistema de logística reversa, foi criado no âmbito
Diante da situação do setor, provocada pela escassez de recursos e investimentos, a tendência deveria ser exatamente a oposta, com
Fabrício Soler, apresentou o contexto regulatório do reuso de água, no painel dedicado ao assunto “Desafio da Água no estado
Continuará crescente a pressão sobre os recursos naturais da terra, muitos dos quais são não-renováveis, alerta Antônio D. Benetti, professor
Mais de 70% das cidades em que a iniciativa privada atua como prestadora de serviços básicos de saneamento são municípios
A Lei Federal nº 12.305/2010, a qual institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos (“PNRS”), estabelece a responsabilidade compartilhada pelo
A Lei nº 11.445/2007, que estabelece diretrizes nacionais para o saneamento básico, completou dez anos em 2017. Embora deva-se comemorar sua
A primeira tendência do licenciamento ambiental é a informatização ou a virtualização. A exemplo do que vem ocorrendo com o
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”