A extrafiscalidade sob a ótica da Política Nacional de PSA
O Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) é um instrumento econômico baseado no princípio do protetor-recebedor.
Resíduos sólidos são todos os materiais que resultam das atividades humanas e que muitas vezes podem ser aproveitados tanto para reciclagem como para sua reutilização.
A denominação “resíduo sólido” é usada para nominar o “lixo” sólido e semissólido, proveniente das residências, das indústrias, dos hospitais, do comércio, de serviços de limpeza urbana ou da agricultura
O Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) é um instrumento econômico baseado no princípio do protetor-recebedor.
A AST Ambiente acredita na educação através do esporte como ferramenta de crescimento pessoal e profissional.
Os microplásticos mais difundidos nos EUA chegam às fontes de água a partir de roupas, cosméticos e processos industriais.
A expectativa é que, dando prosseguimento ao acordo, seja resolvido pelo menos um terço dos problemas envolvendo a destinação correta
Iniciativa inédita cria diretrizes e políticas públicas para a destinação adequada destes resíduos na cidade.
O Estado do Paraná aparece entre os grandes centros do Brasil com maior potencial para o reaproveitamento de energia através
A Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) inaugurou a série de eventos “Ciência UFSCar”, com o tema “Mudanças climáticas: impactos
Coronel Giovanne Silva afirma que incluir a Funasa na discussão sobre o manejo de resíduos e água define melhor o
Objetivo é fazer de São Paulo referência no reaproveitamento de peças e na correta destinação dos resíduos do setor.
O trabalho de conscientização é realizado pela Ação Baixo Pirajuçara, uma das frentes de trabalho da Sabesp no Novo Rio
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”