Em Pernambuco, 38,6% das cidades descartam resíduos de forma irregular em lixões, aponta TCE
De janeiro a setembro de 2020, 71 das 184 cidades pernambucanas usaram lixões para descartar resíduos sólidos urbanos, o que
Resíduos sólidos são todos os materiais que resultam das atividades humanas e que muitas vezes podem ser aproveitados tanto para reciclagem como para sua reutilização.
A denominação “resíduo sólido” é usada para nominar o “lixo” sólido e semissólido, proveniente das residências, das indústrias, dos hospitais, do comércio, de serviços de limpeza urbana ou da agricultura
De janeiro a setembro de 2020, 71 das 184 cidades pernambucanas usaram lixões para descartar resíduos sólidos urbanos, o que
Com sistema 100% mecanizado, o município de Lucas do Rio Verde é referência na coleta de lixo de resíduos sólidos.
Segundo a pesquisadora, o método permite o pós-tratamento do lodo de esgoto sem que haja mau cheiro e moscas.
A primeira audiência pública para estabelecer as diretrizes oficiais do Plano Nacional de Resíduos Sólidos (Planares) no Norte do país.
O projeto prevê a construção de planta industrial de tratamento de lixo, onde será feita a separação dos recicláveis, transformando
Trabalho próximo da Semad permitiu entender o cenário de cada localidade e prestar suporte no acesso aos investimentos federais.
Se há 2 anos a PETase foi reprojetada para devorar plástico 20% mais rapidamente.
Vinte e três consórcios municipais, foram habilitados para estruturar projetos de concessão de serviços públicos de manejo de resíduos sólidos
O local, que abrigou 150 milhões de toneladas de lixo, será um parque estadual de 2.200 acres – 9 Km2.
Para a diretora da Ciclus Ambiental, Adriana Felipetto, a inclusão desta técnica na norma brasileira foi um marco importante.
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”