Lixo fornece energia limpa
Pode parecer estranho, mas sim, isso é possível. O aproveitamento energético do lixo é um processo viável e está em expansão
Resíduos sólidos são todos os materiais que resultam das atividades humanas e que muitas vezes podem ser aproveitados tanto para reciclagem como para sua reutilização.
A denominação “resíduo sólido” é usada para nominar o “lixo” sólido e semissólido, proveniente das residências, das indústrias, dos hospitais, do comércio, de serviços de limpeza urbana ou da agricultura
Pode parecer estranho, mas sim, isso é possível. O aproveitamento energético do lixo é um processo viável e está em expansão
Levantamento da prefeitura de BH indica 750 pontos críticos de depósito clandestino de resíduos na capital. Desses, 172 estão só
Esses são alguns dos resultados obtidos em seis anos do projeto “Recicle Mais, Pague Menos”, que oferece desconto na conta
O Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) de Guanhães está com a Unidade de Tratamento de Resíduos (UTR) em
Do total de 417 municípios baianos, apenas 92 deles dispõem, atualmente, de um plano integrado para o manejo do lixo.
Prefeitura de Bertioga, no litoral de São Paulo, deu início à implantação do projeto ‘Reciclos’ na cidade, que visa o
Na semana passada, a Assembleia Legislativa de Santa Catarina, aprovou em Sessão Ordinária o marco regulatório do biogás através de
A previsão, segundo a Secretaria de Obras, Meio Ambiente e Desenvolvimento, é que o centro que vai cuidar da separação
Ter um plano integrado de resíduos sólidos é condição para que as prefeituras recebam recursos, financiamentos e incentivos da União
Na usina, a destinação correta dos resíduos sólido urbano e o funcionamento de unidades mecanizadas permitem que o resíduo urbano
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”