Tratado global inédito contra poluição plástica pode ficar pronto até 2024
A humanidade produz cerca de 460 milhões de toneladas de plástico por ano. Segundo o Programa das Nações Unidas para
Resíduos sólidos são todos os materiais que resultam das atividades humanas e que muitas vezes podem ser aproveitados tanto para reciclagem como para sua reutilização.
A denominação “resíduo sólido” é usada para nominar o “lixo” sólido e semissólido, proveniente das residências, das indústrias, dos hospitais, do comércio, de serviços de limpeza urbana ou da agricultura
A humanidade produz cerca de 460 milhões de toneladas de plástico por ano. Segundo o Programa das Nações Unidas para
Segundo a ABREN, somente em 2023 o país tem a possibilidade de receber investimentos de aproximadamente R$ 4 bilhões no
A falta de fiscalização de alguns países na compra de produtos de segunda mão alia-se ao despejo ilegal, nos menos
A gestão de Resíduos Sólidos Urbanos (RSU) teve um desenvolvimento considerável nos últimos anos; no entanto, em países emergentes como
Em conformidade com as legislações federal e nacional, o município de Campo Mourão fará as adequações nas questões que tratam
A REGEN Fiber prevê a reciclagem de mais de 30.000 toneladas de materiais de pás deaerogeradores por ano.
Os fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes de produtos que, após uso pelo consumidor, gerem embalagens em geral como resíduos, no
O destino do porta-aviões desativado São Paulo tem apontado para uma divergência quanto ao que seria ideal para a desativação
O programa é um sistema de recompensa que converte resíduos sólidos em pontos que podem ser convertidos em diversos produtos
Apenas no ano passado, foram destinadas corretamente 52,5 mil toneladas de embalagens vazias.
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”