PPP do Lixo muda e fica para o 2º trimestre de 2019
O secretário de Serviços Públicos, Ernesto Paulella. O programa deverá exigir investimentos de R$ 800 milhões.
Resíduos sólidos são todos os materiais que resultam das atividades humanas e que muitas vezes podem ser aproveitados tanto para reciclagem como para sua reutilização.
A denominação “resíduo sólido” é usada para nominar o “lixo” sólido e semissólido, proveniente das residências, das indústrias, dos hospitais, do comércio, de serviços de limpeza urbana ou da agricultura
O secretário de Serviços Públicos, Ernesto Paulella. O programa deverá exigir investimentos de R$ 800 milhões.
Já que não existe “fora” – o planeta é um só e todas as maneiras de destinar resíduos têm impacto
O evento contou com a presença de integrantes da sociedade civil, governo e iniciativa privada, além de uma diretora
Balneário Camboriú deverá ter seu primeiro Ecoponto de resíduos recicláveis e reutilizáveis, seguindo a Política Nacional de Resíduos Sólido.
A Prefeitura de Marília (SP) contratou, de forma emergencial, uma empresa para prestar os serviços de transbordo, transporte e destinação
Pasin, que esteve em Cachoeira a convite do secretário Ronaldo Tonet, explicou que Bento Gonçalves produz, em média, 110 toneladas
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A Secretaria do Meio Ambiente do Estado (SEMA) lançou nesta quarta-feira (12) uma série de planos para a gestão de
O Conselho Estadual de Proteção Ambiental (Cepram) se reuniu pela última vez este ano para a última sessão realizada no
Mais uma Instalação de Recuperação de Resíduos foi inaugurada segunda (10), desta vez no Setor Complementar de Indústria e Abastecimento
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”