Abetre amplia atuação no País e reforça cumprimento da Política Nacional de Resíduos Sólidos
A Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos e Efluentes (Abetre) acaba de ganhar duas novas associadas.
Resíduos sólidos são todos os materiais que resultam das atividades humanas e que muitas vezes podem ser aproveitados tanto para reciclagem como para sua reutilização.
A denominação “resíduo sólido” é usada para nominar o “lixo” sólido e semissólido, proveniente das residências, das indústrias, dos hospitais, do comércio, de serviços de limpeza urbana ou da agricultura
A Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos e Efluentes (Abetre) acaba de ganhar duas novas associadas.
Foi inaugurada nesta semana uma planta-piloto de tratamento e aproveitamento energético do lixo orgânico na Estação de Transbordo da Companhia
Além da Capital, a obra de pavimentação trará benefícios diretos a coleta de mais quatro municípios que fazem parte da
A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) acaba de completar oito anos e ainda assim o País vive um grande
Dos 180 locais diagnosticados como focos de despejo irregular de resíduos no início de 2017, quando a atual gestão assumiu
A inclusão da logística reversa para a concessão ou renovação de licenças ambientais para empresas Estado de São Paulo, regulamentada
Todo o material reciclado nas dependências do governo do Distrito Federal vai ser monitorado por meio do Sistema de Gestão de
Destaque e entregar certificados aos prefeitos pela gestão sustentável dos resíduos sólidos em suas cidades.
O destino dado aos resíduos gerados pela atividade humana é uma questão cada vez mais importante.
Inquéritos Civis Públicos foram instaurados na Promotoria de Guajará-Mirim para apurar as deficiências sanitárias de ambos os municípios.
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”