Amyr Klink: ‘A água é muito barata. Aumenta para ver o que acontece’
A relação de Amyr Klink, 59, com a água sempre foi das mais próximas. Desde os 2 anos de idade,
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O Brasil comemorou, no primeiro dia da Cúpula do Clima, na ONU, nos EUA, a redução em 79%, nos últimos
A maior fonte das receitas orçamentárias no município do Rio de Janeiro, e muito provavelmente também a maior fonte das
O setor público, a máquina do Estado, com os seus ministérios, secretarias, divisões de poder, direito público administrativo e outras
Na tarde de segunda-feira (22), cerca de 2 mil moradores de Itu, no interior paulista, foram até a Câmara Municipal
Crise hídrica do cacete: a Sabesp está a quatro meses sugando o volume morto, e nada! O bom humor é
Vivemos um momento muito positivo para a presença do setor privado na expansão da infraestrutura logística brasileira, que representa um
Em 2018, o Brasil sediará o Fórum Mundial da Água. Para Newton de Lima Azevedo, do Conselho Mundial da Água,
Modelo de cobrança gera economia à medida que mexe no bolso e é fundamental para evitar a falta do recurso
Ao longo dos anos 90, o Brasil realizou no âmbito da União, dos Estados e Municípios um dos maiores programas
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”