Combustível de resíduo ajuda a diminuir emissão de gás carbônico
Os rejeitos da coleta seletiva podem se transformar em CDR (Combustível Derivado de Resíduo).
Resíduos sólidos são todos os materiais que resultam das atividades humanas e que muitas vezes podem ser aproveitados tanto para reciclagem como para sua reutilização.
A denominação “resíduo sólido” é usada para nominar o “lixo” sólido e semissólido, proveniente das residências, das indústrias, dos hospitais, do comércio, de serviços de limpeza urbana ou da agricultura
Os rejeitos da coleta seletiva podem se transformar em CDR (Combustível Derivado de Resíduo).
Em janeiro de 2018, a China parou de aceitar a maioria dos recicláveis plásticos de nações ocidentais.
Os recursos fazem parte de termo aditivo assinado nesta quinta-feira (9) entre a pasta e o Banco Nacional de Desenvolvimento
Uma lei aprovada há dez anos é a mais importante na tentativa de acabar com os lixões a céu aberto
No mês de agosto deste ano, 17,31 quilômetros de redes de esgoto passaram por limpeza preventiva em Mauá.
Não há porque esperar, até 2024, para resolver um problema, que se arrasta há décadas na maioria das cidades brasileiras.
O Projeto de Lei 4186/20 proíbe a comercialização e o uso no País, a partir de 2022, de produtos plásticos
Há dez anos, no dia 2 de agosto, a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) – Lei 12.305/10 – entrou
Todos os dias, em média, seis toneladas de lixo são retiradas da rede de esgotamento sanitário de São Luís.
Com dispensa de licitação, o contrato foi firmado com a Silcon Ambiental em 13 de agosto daquele ano, por 180
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”