Sabesp: os avanços (e os poréns) da regulação pós-privatização
Um dos passos mais relevantes para o processo de privatização da Sabesp, o novo modelo regulatório para a companhia, colocado
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As enchentes e as inundações que todo ano acometem a cidade de São Paulo são uma construção social motivadas por
No Brasil, cada pessoa produz, em média, 343 quilos de resíduos sólidos por ano, totalizando cerca de 80 milhões de
A Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental é um tributo pago trimestralmente por empresas que são potencialmente poluidoras e tem
Na verdade, há 30 anos a Reforma Tributária é esperada pelo setor produtivo, uma vez que o sistema tributário brasileiro
Em geral, os serviços de distribuição de água e esgotamento sanitário são regulados por agências reguladoras estaduais, ainda que existam
À medida que adentramos um novo capítulo no calendário, não podemos deixar de reconhecer a marcante ascensão da sigla ESG
Diante dos impactos das mudanças climáticas, a população, o poder público e as indústrias enfrentam desafios para diminuírem os índices
Com as atenções do mundo inteiro voltadas a Dubai, líderes internacionais estão mobilizados e sensíveis aos apelos para que, de
Na noite da quarta-feira (06/12), o Estado de São Paulo deu mais um passo em direção à privatização da Sabesp,
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”