Falando sério!!!
Destaco que estas verdades consideram as tecnologias disruptivas que a sociedade se viu obrigada a adotar neste período de pandemia.
Destaco que estas verdades consideram as tecnologias disruptivas que a sociedade se viu obrigada a adotar neste período de pandemia.
Nós do HYDRUS estamos conscientes que precisamos manter a atenção no grupo dos 70%, mas que redesenhar uma engenharia pedagógica
No Brasil, falamos de uma geração de 80 milhões de toneladas de resíduos sólidos urbanos por ano.
Estamos acostumados a relacionar o Saneamento com Saúde, mas hoje eu queria relacioná-lo com Emprego e Educação.
Este decreto foi revogado alguns dias depois em função da “mobilização da sociedade” contrária ao decreto.
Muito interessante o editorial do Estadão de 9/11/20: “O saneamento e a agenda municipal”.
Vale ressaltar que em várias cidades do Norte e Nordeste do país as perdas de água são superiores a 80%
O uso doméstico está apenas na terceira colocação entre os principais responsáveis pelo consumo elevado de água no mundo.
A falta de água não é mais uma exclusividade das regiões áridas do Nordeste brasileiro.
A pandemia do covid-19 deixou claro que cerca de 100 milhões de pessoas não tem acesso ao saneamento básico.
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”