Professor da UFPE diz que saneamento não sai porque não rende voto
O professor da UFPE Clementino Coelho Júnior, oceanógrafo que estuda os manguezais do Recife e foi convidado para dar uma
13/05/2026
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O Brasil está passando por um momento de transformação, de um lado, a necessidade de vencer os desafios de uma
Bauminas é a empresa líder nacional em coagulantes para o tratamento de água e efluentes Tornou-se a primeira empresa do
Apesar de o Brasil deter a maior parcela da água doce do planeta, 12% – segundo informações da Agência Nacional de
Com a previsão de estiagem mais severa do que nos dois últimos anos, o Consórcio das Bacias dos Rios Piracicaba, Capivari
O livro “Hidráulica na Prática”, de Luiz Mario marques Couto, traz conteúdos reais e questões práticas sobre a atuação da
Convidada pela WWF Brasil como representante da iniciativa privada na área de saneamento básico em Mato Grosso, a Nascentes do
O Plano de Saneamento Básico de Bertioga, sancionado pelo prefeito Caio Matheus (PSDB), foi aprovado pela Câmara Municipal e deu mais
Cerca de 80% dos resíduos têm origem nas cidades. No Brasil, uma montanha equivalente a 30 Maracanãs é despejada anualmente
Sacos de lixo, garrafas pet, absorventes, televisão, sofá e colchão. Esses são alguns dos itens encontrados no sistema de esgoto
Os investimentos em saneamento dispararam nos últimos anos graças ao novo Marco Legal, mas um nicho que “ficou para trás” está sendo visto por muitos como a próxima grande oportunidade do setor.
Nos últimos meses, uma sequência de notícias sobre concessões esvaziadas, revisões de modelagens e redução do interesse privado em projetos de saneamento reacendeu um debate incômodo. O novo marco legal do setor (Lei 14.026/2020) estaria falhando em sua principal promessa: a universalização dos serviços até 2033?