Anivaldo Miranda cobra gestão eficiente dos recursos hídricos do país
“Não dá pra falar seriamente em gestão de recursos hídricos se não tivermos sistemas confiáveis de outorga de água”, criticou
03/06/2026
“Não dá pra falar seriamente em gestão de recursos hídricos se não tivermos sistemas confiáveis de outorga de água”, criticou
O empreendimento faz parte de um projeto maior, de 600 MW e que custará, no total, R$ 3 bilhões.
Nas amostras analisadas, entre 2012 e 2015, a água da ETA Rio Grande contém agrotóxicos como o glifosato, além de
Muito embora a definição legal do termo PPP seja recente, obras resultantes dessa forma de colaboração Estado/iniciativa privada fazem parte
A cota para cada estado será de 150 milhões. O programa foi lançado durante a reunião do Codesul, Conselho de
No ano passado, a empreiteira teve uma receita líquida de R$ 7,46 bilhões.
Em recuperação judicial, e endividada, a OAS tenta vender ativos em troca de contratos de mútuos
Início da concorrência pública será no dia 19 de novembro. Validade é de 35 anos.
Além da participação nos debates, a Corsan está presente na 11ª Feira Internacional de Tecnologias de Saneamento Ambiental (Fitabes), com
O município de Santana da Boa Vista firmou convênio com a Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do
O debate sobre gestão de resíduos sólidos urbanos no Brasil precisa avançar para além de simplificações ideológicas e falsas oposições entre tecnologias. O artigo O lixo nosso de cada dia: futuro dos resíduos não está nas chaminés, publicado recentemente pelo Correio Braziliense.
Durante décadas, debater a infraestrutura brasileira significava concentrar atenções na matriz energética, na malha rodoviária ou na eficiência logística de portos e aeroportos. O saneamento básico – o acesso à água tratada e a gestão de efluentes – permanecia relegado a uma pauta operacional de baixa visibilidade técnica.