Guanambi: Tarifa de esgoto menor e não descarta revogar concessão
A discussão deve girar em torno da constitucionalidade e legalidade da referida lei. Diante de um impasse, existe inclusive a
03/06/2026
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Vereador questionou porque os servidores não denunciaram a quantidade de terceirizados ?
Sete multas foram indicadas pela Arsam e acatadas pela Prefeitura, somando R$ 2,3 milhões
Para a entidade, a Cesan não respeita os trabalhadores nem a vitória conquistada pela categoria no TRT-ES. O índice de
De acordo com o artigo 37ª da Lei 11.445/07, os reajustes de tarifas de serviços públicos de saneamento básico serão
– Os rios precisam de volume, de vazão para diluição de cargas orgânicas. Se você diminui essa vazão, vamos ter
O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) vai investir mais de R$ 301 bilhões nos próximos quatro anos
A dívida de Mauá com a Sabesp está na casa dos R$ 2 bilhões.
Fonteneles afirma que o Governo não está preocupado com a qualidade dos serviços nem com a situação dos servidores da
No Rio, com a Prefeitura reassumindo a gestão, vive-se a guerra do esgoto.
O debate sobre gestão de resíduos sólidos urbanos no Brasil precisa avançar para além de simplificações ideológicas e falsas oposições entre tecnologias. O artigo O lixo nosso de cada dia: futuro dos resíduos não está nas chaminés, publicado recentemente pelo Correio Braziliense.
Durante décadas, debater a infraestrutura brasileira significava concentrar atenções na matriz energética, na malha rodoviária ou na eficiência logística de portos e aeroportos. O saneamento básico – o acesso à água tratada e a gestão de efluentes – permanecia relegado a uma pauta operacional de baixa visibilidade técnica.