Déficit da coleta de lixo em Londrina é de R$ 7,5 milhões
A Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) gasta R$ 32,5 milhões por ano para manter o serviço de coleta
13/05/2026
A Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) gasta R$ 32,5 milhões por ano para manter o serviço de coleta
O secretário de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Ney Maranhão, liderou equipe que está
Técnicos da Empresa de Projetos Industriais e Ambientais Ltda – AMPIA – estão esta semana em Silvânia fazendo coleta de
O Supremo Tribunal Federal (STF) começou a sessão que vai definir se oito condenados na Ação Penal 470, o processo
Depois da notícia publicada no jornal AltoNoticias (Edição nº 50), onde afirma que a culpa do município ter perdido as
A água é um recurso natural essencial, tanto no plano biológico como ambiental. Trata-se de elemento imprescindível a todas as
”Com esse protocolo vamos diminuir o índice de perdas devido a ligações clandestinas de água e melhorar o abastecimento na
Em breve, qualquer pessoa com um smartphone na mão poderá ajudar a monitorar os atropelamentos de espécies nativas no Brasil.
A fundação suíça Green Cross estima que 200 milhões de pessoas estão em contato preocupante com a poluição ambiental. Para
O Fórum Desenvolve Londrina, que tem a participação da UEL, lançou um caderno de estudos sobre Resíduos Sólidos – Estratégias
Os investimentos em saneamento dispararam nos últimos anos graças ao novo Marco Legal, mas um nicho que “ficou para trás” está sendo visto por muitos como a próxima grande oportunidade do setor.
Nos últimos meses, uma sequência de notícias sobre concessões esvaziadas, revisões de modelagens e redução do interesse privado em projetos de saneamento reacendeu um debate incômodo. O novo marco legal do setor (Lei 14.026/2020) estaria falhando em sua principal promessa: a universalização dos serviços até 2033?