Recuperação de mananciais passa por soluções para moradia nas cidades
Com os crescentes riscos à segurança hídrica das metrópoles brasileiras, a preservação e recuperação dos mananciais se torna um tema
13/05/2026
Com os crescentes riscos à segurança hídrica das metrópoles brasileiras, a preservação e recuperação dos mananciais se torna um tema
Por segundo, são despejados 352,8 litros de esgoto no rio Cuiabá. Desse total, aproximadamente 39% recebe tratamento antes de ser
Dando continuidade aos investimentos no sistema de esgotamento sanitário de Nova Andradina, o Governo do Estado através da Agência de
O Grupo BAUMINAS, que possui 100% de capital nacional, é composto por 6 empresas que atuam de maneira integrada na
Além de implantar novas estações de tratamento de água em todas as regiões, a CASAN está ampliando a capacidade de
Mais de 30 organizações que atuam no setor de água e esgoto lançaram Campanha Somos Mais Saneamento, com o objetivo de
Os 39 municípios que margeiam o Rio Doce no Espírito Santo e em Minas Gerais e foram afetados pela lama
O governador Reinaldo Azambuja completará seu primeiro mandato de quatro anos, em dezembro de 2018, investindo mais de R$ 1
O uso de lodo de esgoto como adubo foi uma das experiências bem-sucedidas da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) apresentadas
A aLBriggs e aQuamec marcam presença no Fórum Mundial da Água, que está acontecendo em Brasília/DF de 18 a 23
Os investimentos em saneamento dispararam nos últimos anos graças ao novo Marco Legal, mas um nicho que “ficou para trás” está sendo visto por muitos como a próxima grande oportunidade do setor.
Nos últimos meses, uma sequência de notícias sobre concessões esvaziadas, revisões de modelagens e redução do interesse privado em projetos de saneamento reacendeu um debate incômodo. O novo marco legal do setor (Lei 14.026/2020) estaria falhando em sua principal promessa: a universalização dos serviços até 2033?