Microplástico: poluição ameaça biodiversidade dos oceanos
Partículas microscópicas liberadas por roupas sintéticas e pneus vão parar no mar. O dano ambiental é maior do que se
03/06/2026
Partículas microscópicas liberadas por roupas sintéticas e pneus vão parar no mar. O dano ambiental é maior do que se
As máquinas irão remover um total de 500 mil m³ de sedimentos e lixo depositados no fundo do canal, o
Com um índice de desperdício de 58,64% de toda a água distribuída, Maceió figura entre as dez cidades brasileiras que
Com o programa, o banco quer atrair investimento privado para acelerar os investimentos para universalização dos serviços de saneamento.
Uma das primeiras medidas está sendo a confecção de bancos por meio do reaproveitamento das toras de árvores que caíram
Cerca de 90% de todo resíduo jogado nos oceanos é composto por plástico.
Será repassado cerca de R$ 2 milhões para contratação de consultoria para elaborar o plano de resíduos sólidos e de
Após décadas de promessas, projetos e metas que nunca foram cumpridas, a despoluição da Baía de Guanabara esbarra agora na
O diagnóstico aponta que a maioria dos sistemas não conta com pessoal qualificado para a operação. Muitos funcionários fazem o
Instalada em uma área de 750 m² (15 m x 50 m) a nova ETE receberá efluentes oriundos da antiga
O debate sobre gestão de resíduos sólidos urbanos no Brasil precisa avançar para além de simplificações ideológicas e falsas oposições entre tecnologias. O artigo O lixo nosso de cada dia: futuro dos resíduos não está nas chaminés, publicado recentemente pelo Correio Braziliense.
Durante décadas, debater a infraestrutura brasileira significava concentrar atenções na matriz energética, na malha rodoviária ou na eficiência logística de portos e aeroportos. O saneamento básico – o acesso à água tratada e a gestão de efluentes – permanecia relegado a uma pauta operacional de baixa visibilidade técnica.