Os 10 erros da Sabesp que provocaram a falta de água em São Paulo
Se a projeção é uma seca a cada 3.374 anos, a Sabesp deveria deixar de fazer exercício de futurologia e
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O problema da falta de água em Pará de Minas pode ter uma solução dentro de cinco dias. Isso porque
SÃO PAULO – A agência de classificação de risco Fitch reduziu de estável para negativa a perspectiva da
A ABCON (Associação Brasileira das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto) e o SINDCON (Sindicato Nacional das
O Novotel é o mais novo estabelecimento comercial a receber o Selo de Qualidade da Água na Capital. A certificação
O vereador de Mauá Admir Jacomussi (PRP) disse que ainda é cedo para avaliar uma possível troca do comando da
Os custos da Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece) aumentaram certa de 30% de 2013 até hoje por
O Município de Mauá, no Estado de São Paulo, autorizou duas empresas a desenvolverem estudos de viabilidade em Procedimento de
A Sabesp garante que não vai repassar para os consumidores as perdas que vem assumindo em decorrência dos descontos para
Na manhã da ultima sexta-feira (16), a Câmara Municipal debateu questões do contrato com a Empresa Baiana de Águas
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”