Copasa: volume faturado de água cresce 0,26% em junho
O volume faturado de água da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) cresceu 0,26% em junho deste ano em
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As obras que dão início ao Sanear Morena 3, programa que vai universalizar o acesso ao esgoto coletado e tratado
Com a seca cada vez mais crítica, a ANA (Agência Nacional de Águas) e o DAEE (Departamento de Águas e
O estudo encomendado pela Prefeitura de Catanduva para definir a melhor forma de gerenciar os serviços repercutiu mal e tem
A Agência Reguladora de Serviços de Saneamento Básico do Estado de Santa Catarina (Agesan) autorizou o reajuste das tarifas de
Os deputados criticaram duramente a Casan na sessão da tarde desta terça-feira (1º). “Presidente da Casan, deputado Galina, apelamos para
Enquanto a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) mantém o discurso de que o volume de
O prefeito Geraldo Vinholi (PSDB) estuda a possibilidade de conceder o sistema de saneamento básico de Catanduva à iniciativa privada.
(São Paulo – SP) A Universidade de São Paulo (USP), premiou ontem os ganhadores do prêmio INOVAÇÃO. Sistema voltado para
O juiz da Sexta Vara Cívil de Sinop, Mirko Vincenzo Giannotte, suspendeu, por meio de uma liminar, o edital de
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”