Mercado não tem solução para escassez em 2015, diz Sabesp
Despoluição do Rio Pinheiros e da Billings, uso de reatores para transformar esgoto em água de reúso, instalação de
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Sabesp aguarda aval para repassar aos consumidores contribuição de 7,5% sobre a receita feita a fundo municipal
A informação é do secretário da Fazenda, Mauro Ricardo Machado da Costa. Foto: Aniele Nascimento.
Estudo revela que projeto da empresa não leva em conta o plano de saneamento da cidade
Autarquia pedirá reajuste: 16% é o mínimo para não comprometer finanças do órgão
Nos últimos 3 anos, mais de R$ 6 bilhões deixaram de ser aplicados em programas habitacionais
Sindicato afirma negligencia da Prefeitura quanto ao Plano de Negócios da concessionária que não segue o Termo de Referência e
Levantamento mostra direitos, deveres e obrigações previstos no contrato
Convocado a prestar esclarecimentos aos vereadores de Cuiabá, Antônio Ribas Dallalana faz ponderações em gestão dos serviços
Companhia foi questionada pela CVM por prever aumento de 6,7% nos gastos com supersalários e divulgar valor sem reajuste
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”