Levantamento de patrimônio da Sanepar custará até R$ 635 mil a Londrina
Se ninguém anular judicialmente a licitação, em dez dias a Prefeitura de Londrina deve saber qual empresa fará o levantamento
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O STJ concedeu liminar para impedir o trânsito em julgado de decisão que considerou ilegal a cobrança de tarifa de
O prefeito Osvaldinho Assunção, iniciou a semana com um importante compromisso. No gabinete o prefeito recebeu representantes da empresa Odebrecht
Prefeitura de Timon convida toda a sociedade civil organizada para participar, no dia 7 de outubro (terça-feira), a partir
Melhores opções sairão de amplo estudo de viabilidade técnica, econômica e patrimonial e devem priorizar os consumidores
Raimundo Colombo (PSD) foi reeleito no 1º turno governador de Santa Catarina. No primeiro pronunciamento público, na noite deste domingo
O TCE-SP (Tribunal de Contas do Estado de São Paulo) aprovou, com pequenos ajustes formais, o edital para a concessão
A proposta, ainda em discussão, estabelece que as restrições serão feitas quando a soma de todos os reservatórios do Cantareira
Cidades como Pará de Minas e Igarapé já convivem com o racionamento e situação pode piorar em outras
A CASAN será uma das empresas homenageadas na próxima terça-feira (7) por sua colocação no ranking 500 Maiores do Sul
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”