Governo do Rio quer conceder saneamento em só 11 cidades
A reunião realizada ontem entre o BNDES e o governo do Estado do Rio para discutir a concessão de serviços
A reunião realizada ontem entre o BNDES e o governo do Estado do Rio para discutir a concessão de serviços
Será iniciada a fase de apresentação dos projetos de um programa bilionário que prevê, em uma década, universalizar os serviços
Para presidente do BNDES, o objetivo é chegar a um ponto em que o investidor privado banque 100% dos projetos.
As duas empresas escolhidas pelo estado para fazer um estudo para a concessão do saneamento em 25 comunidades pacificadas do
Conforme o Semasa, os 200 litros a mais que o município tem recebido é quantia suficiente para abastecer 70 mil
A privatização da empresa está descartada por conta dos débitos que a tornam pouco atrativa ao mercado do setor. “É
Vila Velha é o segundo município do Espírito Santo a receber uma PPP na área de saneamento.
A previsão é que parte desses projetos sejam leiloados em 2017 e, outra parte, no primeiro semestre de 2018. As
Rio, Pará e Rondônia devem entrar na 1ª fase do programa de concessões de saneamento.
Nas cidades onde o abastecimento já está a cargo da iniciativa privada, os moradores hoje pagam de 15% a 70%
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”