Sem aval de gestores, Sabesp usa volume morto em índice do Cantareira
Cálculo de nível para série histórica considera 287,5 bilhões de litros ‘extras’. ANA e DAEE cancelaram licença para uso da
Cálculo de nível para série histórica considera 287,5 bilhões de litros ‘extras’. ANA e DAEE cancelaram licença para uso da
Os desvios de recursos na Caerd descobertos pela Polícia Civil de Rondônia
O trabalho desenvolvido pela Águas de Timon aumentou em 30%
Diante de uma das maiores crises de escassez de água no País, o Governo do Tocantins comemora o Dia Mundial
A Caesb atua em todo o território distrital regular
Sem uma espécie de reforma hídrica, o risco de o racionamento de água voltar à Grande São Paulo nos próximos
Segundo diagnóstico realizado pelo Ministério das Cidades, Goiânia é a cidade brasileira com o menor índice de perda de água
Apesar da economia, especialista em reuso
O valor deixa de ser arrecadado pelas companhias de saneamento e, consequentemente, não retorna como investimentos às cidades; perda de
De acordo com a coordenadora do laboratório da Companhia de Saneamento de Jundiaí (CSJ)
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”