Sto.André vai ao Cade para pedir transparência em custos da Sabesp
Segundo Grana, falta transparência. “A Sabesp se nega a mostrar sua planilha de custo. Por isso decidimos encaminhar essa consulta
Segundo Grana, falta transparência. “A Sabesp se nega a mostrar sua planilha de custo. Por isso decidimos encaminhar essa consulta
SANASA paga à Sabesp R$ 0,96 por m3. Porém, a taxa estipulada é de R$ 1,81.
“Mesmo com os explicativos, ainda sabíamos que o aumento burlava totalmente a lei. Nesta guerra, graças a Deus, o Poder
Ontem, o petista revelou que o “plano A” da administração, agora, é acordar com a Sabesp
Em outubro do ano passado, a Caixa assinou contrato de financiamento de R$ 75 milhões com o Semasa, mas até
Presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Amazonas comenta sobre mobilidade urbana na capital
Tendo em vista que a data base da categoria foi em 1° de maio 2015, o SINTAESA e o STIU-MT
A venda da autarquia de São Bernardo, denominada de DAE (Departamento de Água e Esgoto), em 2004, na gestão William
“A privatização foi um grande desastre para Cuiabá”
Aproximadamente 3,5 mil consumidores de Sumaré receberam duas contas com vencimento dentro do mesmo mês
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”